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Terça-feira, 30 de Novembro de 2010

Tartaruga Terrestre Africana

(Geochelone sulcata)

 

 

Classe: Reptilia

Ordem: Testudines

Família: Testudinidae

 

Dimensões: 35 – 50 cm

Longevidade: 80-90 anos

 

Distribuição: Distribuem-se desde o Senegal e Mauritânia até Mali, Nigéria, Sudão, Etiópia e Eritreia.

 

Habitat: Vivem em ambientes quentes, desde áreas desérticas à savana seca.

 

 Alimentação: São herbívoras. Em cativeiro alimentam-se de diversas variedades de ervas, alface e legumes.

 

Reprodução: Reproduzem-se muito bem em cativeiro. Os machos tornam-se sexualmente maturos quando a carapaça atinge cerca de 35 cm de diâmetro. Durante a época de reprodução tornam-se mais agressivas. A cópula ocorre em qualquer altura entre Junho e Março, frequentemente após uma estação chuvosa entre Setembro e Novembro. De seguida a fêmea faz uma depressão no solo onde urina, cavando 7 a 14 cm de profundidade onde deposita entre 15-30 ovos. O trabalho de construção do ninho demora cerca de 5 horas e, escava 4 ou 5 locais antes de decidir em qual deles vai depositar os ovos. Depois dos ovos colocados a fêmea tapa-os, o que demora cerca de uma hora. O período de incubação pode variar entre 85 e 120 dias, conforme a temperatura.

 

Comportamento: Estes animais são muito agressivos uns para com os outros. Esta agressão inicia-se a partir do momento em que nascem. Gostam de escavar e estão muito bem adaptadas para o fazer. São animais muito fortes e activos e quando as temperaturas se tornam muito quentes ou frias, escondem-se nesses buracos ajudando-as a prevenir a desidratação visto dependerem da água metabólica e do alimento. Permanecem nos buracos durante horas e, se existir lama enterram a sua parte traseira. Quando as temperaturas ultrapassam os 40ºC esfregam a sua própria saliva nas patas para se refrescarem. São mais activas ao fim da tarde e, de manhã permanecem ao sol para fazer subir a temperatura corporal depois do frio da noite.

 

Curiosidades: A tartaruga terrestre africana é a maior das tartarugas de África. Apenas a tartaruga dos Galápagos é maior que esta espécie. A cor delas é dourada (amarelo acastanhado). Externamente é difícil diferenciar os machos das fêmeas.

Pesam entre 36 e 50kgs.

 

Estatuto de conservação: Vulnerável. A sua população tem sido reduzida pela urbanização, terrenos para pastoreio de gado e desertificação.

 

Websites

http://animaldiversity.ummz.umich.edu/site/accounts/information/Geochelone_sulcata.html

http://www.iucnredlist.org/apps/redlist/details/163423/0

 

Conteúdo desenvolvido por:

Parque Zoológico de Lagos

http://www.zoolagos.com

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 12:16
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Quarta-feira, 17 de Novembro de 2010

Almirante-vermelho

Nome comum:

Almirante-vermelho

 

Nome científico:

Vanessa atalanta

 

Morada:

Existe em Portugal, ao longo de todo o território, do nível do mar até aos 1600 metros.

É uma espécie habitual no percurso de descoberta da natureza do Parque Biológico de Gaia.

 

Género:

Normalmente os machos gostam de guardar um território ao sol e tentam convencer qualquer fêmea que passe ali a acasalar.

 

Filiação e nascimento:

Esta borboleta pertence à família dos Ninfalídeos.

Todas as borboletas surgem na forma de um ovo que é posto isoladamente pela fêmea em folhas e ramos de plantas que podem ser, por exemplo, urtigas.

Desse ovo nasce a lagarta, escura.

Esta fase de larva é a da alimentação. Quando termina procura um sítio onde se sinta bem, imobiliza-se, e passa à fase seguinte, que é a de crisálida.

Agora apresenta um casulo discreto, onde passa por grandes transformações, até que eclode como insecto adulto: a borboleta.

Quando fecha as asas é mimética, confunde-se com o ambiente, em tons acinzentados, a fim de escapar aos predadores, tais como aves, pequenos répteis e outros insectos.

 

Idade:

Aparece em duas ou três gerações por ano, dependendo das temperaturas reais.

Tem uma envergadura de cerca de 65 mm.

É das poucas borboletas capazes de enfrentar no estado de adulto o Inverno mediterrânico.

 

Ameaças:

O desaparecimento das florestas autóctones e das respectivas orlas prejudica a espécie, pois perdem as plantas hospedeiras para completarem o ciclo de vida.

 

Conservação:

Como é uma espécie migradora, na Primavera à medida que a temperatura aumenta, expande-se para norte; no Outono, à medida que as temperaturas diminuem, recua para sul.

Quando o tempo arrefece, os prédios urbanos que mantêm floreiras vivas, com plantas com flores, ajudam à sobrevivência destes viajantes.

Em termos gerais, manter porções de urtigal, mesmo em áreas de lavradio, e orlas de floresta é importante para manter as populações.

Deve-se também evitar o coleccionismo; é preferível coleccionar fotografias das várias espécies, deixando os espécimes vivos para poderem completar o seu ciclo de vida.

 

Bibliografia:

«As borboletas de Portugal», de Ernestino Maravalhas.

http://www.tagis.org

 

Conteúdo desenvolvido por:

Parque Biológico de Gaia

http://www.parquebiologico.pt
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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 18:35
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Quinta-feira, 4 de Novembro de 2010

Já conheces o Monte Selvagem?

No Monte Selvagem vais vibrar com um monte de coisas interessantes. Numa área com cerca de 20 hectares encontras vários habitats, onde vivem cangurus, porcos-espinhos, camelos, macacos do Japão, lémures, crocodilos, emas e muito, muito mais.

 

Prepara-te para tocar, acariciar e alimentar animais domésticos. Visita a quintinha e descobre muitas curiosidades sobre estes animais. Sabes como se ordenha uma vaca? Então, dá uma espreitadela à sua casa e aprende como se faz!

 

Já sonhaste que eras um Tarzan? No Monte Selvagem este sonho pode ser bem real… Delicia-te e vive esta aventura! Trepa até às casas nas árvores, pratica mini-slide, salta no trampolim gigante… e que tal uma visita às cabanas de índios?

 

Ainda tens muito para explorar. No decorrer de um passeio de tractor, vais dar de caras com vários animais tais como avestruzes, elandes, zebras, iaques, lamas e watussis, cisnes, patos e gansos. Não percas esta oportunidade!

 

O Monte Selvagem fica no Alentejo em Lavre, no concelho de Montemor-o-Novo.  

 

Mais informações em www.monteselvagem.pt

 

Podes ganhar um bilhete do Monte Selvagem! Sabe mais em:

 

publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 20:00
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Museu de Santa Maria de Lamas: o espaço, a história e o futuro

Popularmente denominado por “Museu da Cortiça”, o Museu de Santa Maria de Lamas (MSML) foi fundado na década de 50 por Henrique Alves Amorim (1902-1977), que considerava este espaço como a sua “Domus Área, Arquivo de Fragmentos de Arte”.

 

O albergue de um gosto, de uma cultura e de um conhecimento amplo, que se desenvolve através de toda uma variedade de espaços e disciplinas, definindo um espólio que reflecte a história do planeta e da humanidade. Destacando o território nacional e, acima de tudo, a sua população, através das suas manifestações desde o remoto séc. XIII até aos dias de hoje.

 

De todo um conjunto de colecções que definem o espólio patente, a colecção de Arte Sacra é um dos seus pontos de maior relevância, exalta-se a sua dimensão, qualidade e variedade tipológica. Como elementos constituintes, ao longo do seu espaço o MSML apresenta ainda, as colecções de Medalhística, Papel-Moeda (Notas), Etnografia, Ciências Naturais, Escultura séc. XIX/XX, Cerâmica, Mobiliário, Iconografia do Fundador e uma singular colecção de objectos artísticos em cortiça e maquinaria (uma associação entre o carácter multifacetado da matéria-prima e seus processos Industriais, sublinhando a importância desta actividade para a região e para o Fundador).

 

Desde 2004, o MSML está a ser alvo de um projecto de reorganização museográfica que marca uma nova fase na sua história. Com esta renovação e num ímpeto de contacto com um público plural, a criação do Serviço Educativo do MSML, definido pela sua marca de pedagogia, qualidade e excelência, proporciona ao público diversas actividades lúdicas/educativas dirigidas a diferentes faixas etárias, que visam a dinamização do espólio do museu, através de uma sensibilização para a arte, e preservação do património cultural.

 

Renovado e reorganizado, o MSML abre caminho a novas explorações e pesquisas que constituem, sem dúvida, um motivo de interesse na sua visita.

 

O M.S.M.L. é cada vez mais: um espaço de futuro…Dinamizado por formas e expressões com séculos de existência!

 

Mais informações em http://museudelamas.blogspot.com

 

Podes ganhar um ingresso nas actividades do serviço educativo do Museu de Lamas. Sabe mais em:

publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 19:52
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CAMPANHA DE NATAL

 

É tão fácil receber gratuitamente bilhetes "Crianças não pagam" para zoos e parques. É só encomendar um livro "As Aventuras do Verdinho". 

 

Mais informações em www.natureza-brincalhona.pt

publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 10:38
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Terça-feira, 2 de Novembro de 2010

Veado Muntjac

(Muntiacus muntjac)

 

 

Classe: Mammalia

Ordem: Artiodactyla

Família: Cervidae

 

Dimensões: 1m de comprimento e 50 cm de altura.

 

Distribuição Geográfica: Sri-Lanka, Índia, Nordeste do Paquistão, Nepal, Butão, Bangladesh, Sul da China, Malásia, Sumatra, Bornéu, Java e Bali.

 

Habitat: Florestas tropicais de vegetação densa.

 

Alimentação: Folhas, rebentos, erva e fruta.

 

Reprodução: Atingem a maturidade sexual entre os 6 e os 12 meses de idade. Os muntjac podem reproduzir-se em qualquer altura do ano, sendo mais frequente nos meses de Janeiro e Fevereiro. Nessa altura, é comum observarem-se duelos entre machos de forma a determinar qual irá acasalar com a fêmea escolhida. Por sua vez, as fêmeas formam pequenos territórios dentro de um maior pertencente a um macho e, defendem esse espaço de outras possíveis rivais. Depois de 7 meses de gestação, a fêmea dá à luz, normalmente apenas a uma cria, num local escondido e protegido. O juvenil permanece nesse local até ter resistência e idade suficiente para acompanhar a sua mãe. Mais tarde, a fêmea irá forçar a sua cria a ser independente, afastando-se da mesma, antes de poder acasalar novamente.

 

Comportamento:

Habitualmente vive solitário ou em pares e, raramente abandona o seu território. Mais activos no final do dia, uma vez que a visibilidade é muito reduzida à noite. Usam as secreções das glândulas faciais para marcar território, sendo uma importante forma de comunicação com outros veados. Quando alarmados ou na presença de algum perigo, os muntjac emitem um som característico, semelhante ao ladrar dum cão. Depois fogem, saltando, até encontrarem abrigo na vegetação mais densa. Esse latido também é utilizado para manter outros congéneres afastados do seu território e atrair as fêmeas na época do cio.

 

Curiosidades:

 É um pequeno e tímido membro da família dos cervídeos. Os machos possuem armações muito simples e curtas, com uma só ponta e caninos bem desenvolvidos (defesas). Ambos são usados como armas de combate, sobretudo as defesas. As armações são renovadas anualmente. As fêmeas têm pequenas saliências ósseas cobertas de tufos de pêlo, no local onde crescem as armações dos machos.

 

Devido ao som que produz é, também, chamado por “veado que ladra”.

 

Estatuto de conservação e factores de ameaça:

As populações do muntjac-indiano aparentam estar estáveis.

As maiores ameaças a esta espécie são a destruição do habitat e a caça para consumo humano e aproveitamento da pele. 

 

Websites

http://animaldiversity.ummz.umich.edu/site/accounts/information/Muntiacus_muntjak.html 

http://www.iucnredlist.org/apps/redlist/details/42190/0

 

Conteúdo desenvolvido por:

Parque Zoológico de Lagos

http://www.zoolagos.com

 

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 15:22
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B.I. do Salmão-do-Atlântico

Figura 1 –  Salmão-do-Atlântico em primeiro plano. Fotografia de Hans-Petter Fjeld.

 

Nome comum: Salmão-do-Atlântico, Salmão,

Nome científico: Salmo salar (Linnaeus, 1758).

 

Hábitos e habitat: O salmão-do-atlântico pertence à família Salmonidae, onde também se incluem, por exemplo, as trutas. Esta espécie ocorre no Atlântico Norte, desde o Norte da Europa à costa Este dos Estados Unidos da América e Canadá. Em Portugal ocorre o limite sul  europeu de distribuição da espécie, registando-se ocorrência, em número reduzido e flutuante ao longo do tempo, nos rios Minho e Lima. Neste último supõe-se que a população se tenha extinguido.

 

O salmão-do-atlântico é uma espécie de elevado valor comercial e desportivo, que pode atingir 1,5m de comprimento, e com o peso máximo publicado de 46,8kg. Apresenta um corpo fusiforme, comprimido lateralmente, revestido por escamas de tipo ciclóide, pequenas e fortemente aderentes, excepto na cabeça. Exibem uma coloração prateada e salpicada de pontos pretos acima da linha lateral.

 

É uma espécie migradora anádroma, ou seja, vive no mar até atingir o estado adulto e sobe os rios para se reproduzir. A desova ocorre no Outono e no início do Inverno, em rios de águas límpidas, frias e bem oxigenadas. Durante esta migração, machos e fêmeas sofrem profundas alterações morfológicas, anatómicas e fisiológicas.

 

Neste período os adultos perdem os tons prateados e deixam de se alimentar. Os machos passam a ostentam uma coloração mais atraente em tons de verde e vermelho e exibem a típica boca em forma de gancho – útil nas lutas com rivais. Perdem os dentes de alimentação, e crescem novos dentes chamados dentes de reprodução.

 

Nos locais de desova, em rios com cerca de 1m de profundidade, as fêmeas constroem ninhos que podem ter até 2 metros de diâmetro. Tem início o ritual de acasalamento que culmina com a desova e cobertura da postura com areia. A maioria dos adultos morre após a desova e os que sobrevivem retornam ao mar podendo reproduzir-se de novo após 1 a 2 anos. Alguns indivíduos, raros, poderão reproduzir-se até 4 vezes ao longo da sua vida, sempre no mesmo rio onde nasceram.

 

Os ovos fecundados podem incubar durante 3 a 6 meses, dependendo da temperatura da água. Após a eclosão, as larvas e juvenis de salmão permanecerão em águas doces entre num período que pode chegar a 6 anos. Á medida que crescem, deslocam-se para áreas onde o alimento seja abundante, fazendo parte da sua dieta insectos aquáticos, moluscos, crustáceos e peixes.

 

Com 1 ano de idade perdem a coloração pardacenta e passam a exibir um azul-metálico e manchas nos flancos. Ao iniciar-se a maturação sexual, perdem aquelas manchas e ganham brilhos prateados. Deslocam-se então para o mar, onde permanecem durante 2 a 3 anos, alimentando-se de lulas, camarões, peixes, entre outros. Voltarão a subir os rios onde nasceram e cresceram, para completar o seu ciclo de vida.

 

Ana Caramujo Marcelino Canas

Bióloga Marinha

Coordenadora da Educação do Fluviário de Mora

Revisão

João Pimenta Lopes

Biólogo Coordenador do Fluviário de Mora

 

Educação – Falas do Rio

Fluviário de Mora

www.fluviariomora.pt 

 

Webgrafia consultada 

  1. http://www.fishbase.org/Summary/speciesSummary.php?ID=236&genusname=Salmo&speciesname=salar&AT=salmo+salar&lang=Portuguese 29-10-2010
  2. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1571185/ 29-10-2010

Bibliografia consultada

  1. Almaça, C. 1996. Peixes dos Rios de Portugal. Colecção Portugal Vivo. Edições INAPA, S. A. Lisboa. 129p.
  2. Janitzki, A. O Grande Livro dos Peixes. Os Peixes mais apreciados na Pesca Desportiva.  VEMAG Verlags. Colónia. Alemanha. 128p.
  3. Vários, 2006. Plano Sectorial da Rede Natura 2000 – Vol. II - Valores Naturais -
  4. Peças escritas - Fichas de caracterização ecológica e de gestão: Habitats Naturais e
  5. Espécies da Flora e da Fauna. ICN; Vários, 2008. Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal. Assírio & Alvim/ICN, 659p.
  6. Weber, M.; Ferreira, A.; Santos, A. 2007. Descobrir o Rio e as Albufeiras. Edições Afrontamento. 210p.

Fotografia

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Salmo_salar-Atlantic_Salmon-Atlanterhavsparken_Norway.JPG

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 12:26
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